“Sincronário x Calendário” e o “Pacto Roerich e a Bandeira da Paz”

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Este livro de bolso foi lançado em comemoração aos 80 anos de um projeto para mudança do Calendário e também trata do Pacto de Roerich. Na página 95, Capítulo 6, discorre 0 seguinte sobre o Pacto Roerich e a Bandeira da Paz:

 

“Agora vocês têm um dia especial para comemorar a paz; meditar sobre a paz, incentivá-la e estendê-la aos demais 364 dias de cada ano de sua vida. Que tal experimentar?

Aqui, no Brasil, o dia 25 de julho realmente está se tornando o “Dia Municipal da Cultura e da Paz”. Esta realidade fará com que todos os anos nesta data, os brasileiros programem, em seus municípios, eventos culturais criativos e organizem atividades que visem a paz no decorrer do ano. Com isso, o Movimento Mundial de Paz e de Mudança para o Sincronário de Treze Luas, juntamente com a Prefeitura Municipal e o Poder Legislativo da cidade, estarão reavivando a memória sobre o Pacto Roerich de Paz, firmado no dia 15 de abril de 1935, em Washington, Estados Unidos da América, com a adoção da Bandeira da Paz como símbolo protetor das instituições culturais, educacionais, científicas, e de todos os monumentos históricos mundiais.

Com o mote “Tempo é Arte”, os cooperadores voluntários do Movimento Mundial de Paz e de Mudança para o Sincronário de Treze Luas reconhecem o Pacto de Roerich e a Bandeira da Paz como elementos verdadeiros de proteção e incentivo à cultura, por isso apóiam esta iniciativa, trabalhando ardorosamente pela sua efetivação.

A presente bandeira tornou-se mundialmente conhecida através do Pacto pela Paz, de Nicholas K. Roerich, firmado em 15 de abril de 1935, em cerimônia solene na Casa Branca, Washington, presidida por Franklin D. Roosevelt e com a presença dos membros da União Pan-americana, composta por todos os países latino-americanos, entre eles o Brasil. Mais tarde, outros países do mundo aderiram e firmaram este documento histórico.

 

Cerimônia de Hasteamento da Bandeira da Paz no Paço Municipal de Campinas, São Paulo, Brasil

 

Também, ficou estabelecido que o lema deste pacto seria: “Onde há paz há cultura, onde há cultura há paz”. (grifo nosso)

Os temas: “cultura e paz” estão intimamente ligados. Pela cultura chegamos à paz. A cultura desenvolve o ser humano e promove a paz. Precisamos, hoje e sempre, trabalhar pela cultura e pela paz. Desde tempos imemoráveis os guerreiros levavam bandeiras à guerra, como símbolos de suas greis, de suas crenças e de suas pátrias. Mas a bandeira proposta é a Bandeira da Cultura e da Paz. Ela retrata um dos símbolos mais antigos do mundo. Suas três esferas foram descritas por Roerich como síntese de todas as artes, todas as ciências e todas as religiões, dentro do círculo da cultura”.

 

Acesse o livro em pdf: “Sincronário x Calendário e o Futuro da Civilização”

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